De acordo com dados do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul (TRE-RS), o eleitorado do Estado cresceu nos últimos 10 anos. Os jovens nem sempre acompanharam o crescimento neste período: tiveram sua maior participação em eleições no ano de 2004, quando 189.828 mil adolescentes estavam aptos a votar. Em 2006, este número caiu para 138.089 mil e no ano de 2008 chegou a apontar apenas 135.511 mil jovens eleitores. As eleições deste ano atraíram o público adolescente, que possui mais representantes em 2010, totalizando 156.797 mil menores de idade votantes.
No dia 20 de abril, o TRE-RS lançou a campanha “16 Anos: Uma Idade Inesquecível”, que tinha como objetivo motivar os jovens gaúchos a exercerem sua cidadania através do voto. Essa iniciativa pode ter influenciado diretamente na decisão dos “novos eleitores” de irem às urnas em outubro. Para o Deputado Estadual Adolfo Brito (PP), a participação do jovem na política é muito importante. “O voto é um direito do cidadão e mesmo sendo opcional para os jovens de 16 e 17 anos é essencial que as famílias, as escolas, a sociedade em geral, incentivem esses jovens a fazer o título eleitoral e participar ativamente da democracia brasileira”, afirma. A campanha recebeu apoio da Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul e da Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão (AGERT).
João Victor Padilha Wiedenhöft, 18 anos - fez o título aos 16
Acadêmico de direito - 3° Semestre - URI Santiago
"Caso os jovens estejam aptos para exercer seus direitos de cidadão antes mesmo da idade que é colocada como limite, devem se conscientizar de que estarão contribuindo para o crescimento de seu próprio país, pois todo eleitor deve pautar-se nas propostas de cada candidato e escolher aquele que trará mais benefícios para o mesmo. O Brasil não precisa somente de eleitores, mas sim de eleitores que consigam distinguir o político correto e que pode contribuir daquele desonesto e que não ajudará no crescimento nacional.
O fato de o Brasil adotar o regime democrático implica na escolha dos eleitores por um ou vários candidatos que representarão a sociedade. Todo eleitor deve estar ciente desta responsabilidade. Vimos de forma reiterada candidatos trocando votos por benefícios. Estes são exemplos que não devem ser seguidos. Os jovens são a esperança do futuro do país e podem mudar este quadro negativo desde que tenham comprometimento.
O incentivo deve vir da família, da escola, da mídia e de amigos. O mais importante é que os jovens saibam a importância deles nessas horas e que sua omissão não contribuirá em nada. Não fazer o título, adiar ou quem sabe votar nulo ou em branco não é a melhor forma de exigir que o Brasil cresça como tem condições de crescer".
Maicon Marchezan, 18 anos - fez o título aos 16
Acadêmico de direito - 3° Semestre – UPF (Passo Fundo)
"Partimos da idéia de que somos, todos, absolutamente todos, regidos por decisões políticas. E essas decisões são comandadas por quem participa, com participação (sendo cada um fiscal e cobrador!) vamos evoluir politica, social e economicamente, de modo a promover o bem estar dos cidadãos.
É apavorante como os jovens estão desligados da política, sem crítica acabam todos indo pelas imagens prontas feitas pelo marketing, e pela mentira. Importante seria mostrar a todos os jovens que a política é tudo na vida em sociedade e que as coisas podem (e devem) melhorar. A educação, a saúde e a escola, a infraestrutura. Temos que mostrar que nós, eleitores, somos o chefe e eles os nossos representantes. Creio que apartir dessa visão os jovens vão se sentir agentes transformadores da sociedade, com o poder do voto".
Luís Vicente Batista Cabeleira Aquino, 17 anos - fez o título aos 16
Estudante de Publicidade e Propaganda - UNIPAMPA - São Borja
"Fiz o título eleitoral antes dos 18 anos para exercer o quanto antes o direito que tenho de mudar o rumo do país. Se eu me omitir no momento que eu tenho o poder, eu não poderei reclamar depois do rumo que as coisas estão tomando".
João Victor Padilha Wiedenhöft, 18 anos - fez o título aos 16
Acadêmico de direito - 3° Semestre - URI Santiago
"Caso os jovens estejam aptos para exercer seus direitos de cidadão antes mesmo da idade que é colocada como limite, devem se conscientizar de que estarão contribuindo para o crescimento de seu próprio país, pois todo eleitor deve pautar-se nas propostas de cada candidato e escolher aquele que trará mais benefícios para o mesmo. O Brasil não precisa somente de eleitores, mas sim de eleitores que consigam distinguir o político correto e que pode contribuir daquele desonesto e que não ajudará no crescimento nacional.
O fato de o Brasil adotar o regime democrático implica na escolha dos eleitores por um ou vários candidatos que representarão a sociedade. Todo eleitor deve estar ciente desta responsabilidade. Vimos de forma reiterada candidatos trocando votos por benefícios. Estes são exemplos que não devem ser seguidos. Os jovens são a esperança do futuro do país e podem mudar este quadro negativo desde que tenham comprometimento.
O incentivo deve vir da família, da escola, da mídia e de amigos. O mais importante é que os jovens saibam a importância deles nessas horas e que sua omissão não contribuirá em nada. Não fazer o título, adiar ou quem sabe votar nulo ou em branco não é a melhor forma de exigir que o Brasil cresça como tem condições de crescer".
Maicon Marchezan, 18 anos - fez o título aos 16
Acadêmico de direito - 3° Semestre – UPF (Passo Fundo)
"Partimos da idéia de que somos, todos, absolutamente todos, regidos por decisões políticas. E essas decisões são comandadas por quem participa, com participação (sendo cada um fiscal e cobrador!) vamos evoluir politica, social e economicamente, de modo a promover o bem estar dos cidadãos.
É apavorante como os jovens estão desligados da política, sem crítica acabam todos indo pelas imagens prontas feitas pelo marketing, e pela mentira. Importante seria mostrar a todos os jovens que a política é tudo na vida em sociedade e que as coisas podem (e devem) melhorar. A educação, a saúde e a escola, a infraestrutura. Temos que mostrar que nós, eleitores, somos o chefe e eles os nossos representantes. Creio que apartir dessa visão os jovens vão se sentir agentes transformadores da sociedade, com o poder do voto".
Luís Vicente Batista Cabeleira Aquino, 17 anos - fez o título aos 16
Estudante de Publicidade e Propaganda - UNIPAMPA - São Borja
"Fiz o título eleitoral antes dos 18 anos para exercer o quanto antes o direito que tenho de mudar o rumo do país. Se eu me omitir no momento que eu tenho o poder, eu não poderei reclamar depois do rumo que as coisas estão tomando".
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