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terça-feira, 16 de março de 2010

Interatividade

Enquete: Como anda a economia brasileira, na sua opinião?

"A economia brasileira evoluiu muito quatro últimos governos. As gestões dos ministros Pedro Malan, do FHC, e os que administram no governo Lula mantiveram uma linha que fez o Brasil quitar as suas dívidas e se organizar para poder investir. Hoje, estamos numa fase que é a de aproveitar o bom da economia brasileira e mundial e começar a usar essa vantagem para construir obras tanto no Estado como no Brasil" - Jerônimo Pires, 21 anos, produtor executivo
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"Acredito numa boa estabilidade macroeconomica, devido à continuidade nas políticas dos últimos governos. Devido a esse fator a credibilidade externa do Brasil também é crescente, o que tende a melhorar os indicadores dessa parte da economia. O cuidado principal do governo deve ser a variabilidade da matriz produtiva e principalmente políticas antiinflacionarias." - Gaston Santi Kremer, 22 anos, estudante
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"Parece estar melhorando, as pessoas estão comprando mais, principalmente os pobres, há mais emprego, menos fome, mas, ainda, os maiores impedimentos de uma decolada, que possibilitaria no futuro a ascensão para o primeiro mundo (em termos de economia e educação), é a corrupção e valores culturais ignorantes - o brasileiro não fortalece sua inteligência, por enquanto" - Rafael Sebben, 24 anos, publicitário
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"Anda bem. Acho que os outros governos, dentro de um plano que vem desde bem antes do Lula preparou o Brasil para que a economia crescesse. A classe média vem aumentando, o poder de compra do consumidor também... A inflação, que não sei muita coisa, acredito que esteja estável ou dentro de um nível de estabilidade." - Bruna Maia Ostemann, 21 anos, estudante
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"Pelo o que eu leio ela está em um crescimento fantástico. O que consegui notar por mim mesmo é que alguns ítens como automóveis e letrônicos estão bem mais baratos, além de o dólar estar lá embaixo." - Roger Frainer Ilha Moreira, 23 anos, publicitário
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"Ao meu ver a economia brasileira está estável, a ponto de os brasileiros terem mais crédito e poderem consumir mais. Apesar do PIB de 2009 ter caído 0,2% o Brasil foi um dos países que menos sentiu os reflexos da crise econômica mundial. As medidas do governo, com a redução do IPI dos automóveis, foram fundamentáis para sustentar o equilíbrio, principalmente no que diz respeito a garantia dos empregos. O único ponto negativo foi a falta de medidas qye dessem sustentabilidade ao setor agrícola brasileiro, um dos principais balizadores da economia nacional. Por isso, o PIB da agropecuária teve queda de 5,2%." João Paulo Borges, 25 anos, secretário parlamentar
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"Em compasso de espera, em crescimento no setor automotivo (com incrementos de ações de redução de alícotas)... Falta investimento em diversos setores, apoio logístico nas crescentes supersafras do agronegócio... Logística de transportes inexiste, trem de cargas funciona com monopólio privado, que tem legislação que assegura a manutenção desta empresa como única no setor no Brasil." - Luciano Aquino, 36 anos, administrador de empresas
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"A economia depende de mais investimentos para se desenvolver, através da geração de trabalhos e empregos." - Juliane Seitenfus Symanski, 24 anos, publicitária
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"Mesmo o Presidente Lula afirmando que a economia vai mto bem obrigada, me pergunto: Por que o Brasil não cresce no mesmo rítimo de outros países em desenvolvimento? A taixa de desemprego continua mto alta e a taixa de juros é gigantesca, mais em contra partida, o Turismo brasileiro vem aumentando, gerando um alto número de pessoas trabalhando na informalidade. Será que as previsões de Lula estão certas? Porque ano passado ele havia dito, que a crise chegaria por último no Brasil, e ia ser o primeiro país a livrar-se dela." - Juliana Dornelles, 23 anos, relações públicas e estudante de direito
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"Acredito que a economia brasileira encontra-se numa boa fase, resultado de um cenário mundial favorável com a adoção de políticas (processo de crescimento sustentável), que trouxeram estabilidade a economia do país. O Brasil é um grande produtor e exportador de mercadorias (minerais, agrícolas e manufaturados) e em expansão estão as áreas de agricultura e indústria." - Danusa Cunha, 29 anos, professora
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"Está estabilizada, as taxas de juros a curto prazo para bens de consumo estão menores, mas os empréstimos bancários estão com juros mas altos. O câmbio internacional se mantem mas a custo de quem? O governo tem feito incentivado o consumo interno com redução de IPI que já foi prorrogado, mas redução real de impostos isto acho que não vai acontecer, não nesta vida." - Maria Inês Witz, 45 anos, professora universitária
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"A economia esta bastante complicada...os preços dos produtos aumentam e os salários continuam na mesma." - Andréia Seitenfus Symanski, 24 anos, nutricionista
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"Acredito, que a economia brasileira está estável, porém nota que alguns produtos voltam a ter aumento nos preços, mas nada comparado com a inflação que vivemos anos atrás, porém como a cidade em que moro tem a sua base econômica na agropecuária e o pais não tem uma política agrícola estável e que valorize e incentive a produção sempre dependemos do clima, da safra, dos pacotes o que gera insegurança." - Caroline Batista C. Aquino, 38 anos, professora e diretora de colégio particular
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"Eu acho que a economia brasileira vai bem. Toda a hora aparece no jornal os índices de crescimento, superávit na balança comercial, etc. Não acho que esteja em crise não. Tem uma coisa que eu já percebi bem de perto, que a questão de haver bastante gente desempregada, não significa que a economia vá mal. As pessoas estão sem preparo. Não falo somente de conhecimento profissional, mas sem preparo geral, sem iniciativa, sem raciocínio, sem agilidade, sem leitura, péssimo português, sem escolaridade razoável. Não sou especialista em economia, mas é isso que eu penso." - Andréa Camboim, 44 anos, jornalista
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"A economia brasileira deu um salto de qualidade desde o presidente Fernando Henrique.O nosso atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve politicas econômicas e melhorou o poder aquisitivo da população.Estamos numa fase de estabilidade econômica com crescimento contínuo.Tomara que melhore ainda mais aumentando as oportunidades da população e diminuindo a criminalidade que é um ponto de difícil controle sem dar educação,saúde e garantia de trabalho." - Luiz Simões Aquino, 46 anos, médico veterinário
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"Acredito que o Brasil diante uma tamanha crise que derrubou a GM no exterior, creio que nosso país tenha se salvado, dentro desta valanche, diante das necessidades e condiçoes que vivemos, e imersos na crise, fomos postos diante de muitas oportunidades que o Brasil nunca têm devido aos imensos e inumeros e impraticaveis impostos que só aqui sao cobrados desta forma, tivemos momentos de desenvovimento em um país subdesenvolvido. Deveriamos, SR. LULA levar esta crise como lição de como se administrar este país e manter assim, e ver que a nação sobrevive sem arrancar do povo seu suado dinheiro em impostos ridiculos embolsados em malas, meias e cuecas por ai." - Claudia de Campos Laroque, 24 anos, produtora de rádio
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"Vejo que nos últimos anos a economia brasileira vem crescendo potencialmente, embora existam inúmeras falhas. O Brasil possui muitas riquezas e um grande potencial para crescer cada vez mais, mas, o povo brasileiro tem um agravante em sua personalidade: pensa que é esperto. Está acostumado com o tal "jeitinho". Destrói suas próprias riquezas sem perceber que está prejudicando a si próprio. Enquanto for desse jeito, o retrato do país não poderá ser outro: uma mísera fatia da população com muita riqueza e uma enorme fatia da população na miséria." - Andréa Barilli, 24 anos, estudante de jornalismo

"Apesar de a economia brasileira mostrar sinais de força durante a crise mundial, acredito que o crescimento brasileiro não é sustentável a longo prazo, dado que grande parte do crescimento econômico foi baseado em déficit público. Acredito que a crise de 2008 ainda não acabou, e em 2010/2011 teremos um impacto muito forte, com a deterioração das contas públicas de grandes países europeus e dos EUA, além do enfraquecimento da economia da China." - Filipe Jeffman, 22 anos, graduado em Administração, trabalha com mercado financeiro.

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